CIDADE DE CARAVELAS
A estrada de Ferro Bahia e Minas teria que se iniciar na cidade de Caravelas, lugar já bastante desenvolvido na época, com o comércio que dominava toda a região sul da Bahia. Alguns historiadores apontam o navegador Gonçalves Coelho e Antônio dias Adorno como fundadores da cidade. Segundo eles, existiam aldeias no Rio Caravelas, sede da igreja santo Antônio do campo dos Coqueiros construída pelos missionários franceses no ano de 1636, época em que o norte do Brasil Colônia estava sob o domínio dos estrangeiro.
Cognominada ‘’ Princesa dos Abrolhos “ era o ponto referencial marítimo, em razão dos seus recursos naturais, já apresentava conceituada posição agrícola da Barra, Norte e Sul, sete bem montadas fábricas conhecidas por “Armações” onde atracavam as baleeiras Procediam aos desmanches das baleias, preparo, industrialização do óleo original, que era exportado. Era servida em todos seus transportes por bem aparelhado grupo de trinta e dois barcos veleiros de avantajadas capacidades, os quais faziam navegação de capotagem ao norte e sul do país, todos registrados na capitania dos portos da Bahia, transformando –se em ponto de entrada para os sertões mineiros. A aldeia avançada com grande desenvolvimento comercial, principalmente da pesca organizada da garoupa, cação e baleia.
Cria-se o primeiro curso secundário do Extremo sul da Bahia e de todo Nordeste de Minas Gerais, sendo nomeados vários professores: Jacinto Teixeira dos Santos Imbassahy, Francisco Luiz Ferreira, Higino Moreira de Pinto, o Padre José Simplício e Thomaz Ferreira dos Santos.
Em 1875, chega a caravelas o Telégrafo Nacional, nessa época já contava o lugar com 4.031 habitantes e a construção da estrada de ferro, partindo de lá, era sem dúvida nenhuma, o grande acontecimento progressista para a região. Foi construída uma importante base Aérea pelos Americanos, na época da Segunda Guerra Mundial. Isto por ser a localização da cidade considerada ponto estratégico.
Referência:
ELEUTÉRIO, Arysbure Batista. ESTRADA DE FERRO BAHIA E MINAS. A Ferrovia do Adeus. 1996.
A estrada de Ferro Bahia e Minas teria que se iniciar na cidade de Caravelas, lugar já bastante desenvolvido na época, com o comércio que dominava toda a região sul da Bahia. Alguns historiadores apontam o navegador Gonçalves Coelho e Antônio dias Adorno como fundadores da cidade. Segundo eles, existiam aldeias no Rio Caravelas, sede da igreja santo Antônio do campo dos Coqueiros construída pelos missionários franceses no ano de 1636, época em que o norte do Brasil Colônia estava sob o domínio dos estrangeiro.
Cognominada ‘’ Princesa dos Abrolhos “ era o ponto referencial marítimo, em razão dos seus recursos naturais, já apresentava conceituada posição agrícola da Barra, Norte e Sul, sete bem montadas fábricas conhecidas por “Armações” onde atracavam as baleeiras Procediam aos desmanches das baleias, preparo, industrialização do óleo original, que era exportado. Era servida em todos seus transportes por bem aparelhado grupo de trinta e dois barcos veleiros de avantajadas capacidades, os quais faziam navegação de capotagem ao norte e sul do país, todos registrados na capitania dos portos da Bahia, transformando –se em ponto de entrada para os sertões mineiros. A aldeia avançada com grande desenvolvimento comercial, principalmente da pesca organizada da garoupa, cação e baleia.
Cria-se o primeiro curso secundário do Extremo sul da Bahia e de todo Nordeste de Minas Gerais, sendo nomeados vários professores: Jacinto Teixeira dos Santos Imbassahy, Francisco Luiz Ferreira, Higino Moreira de Pinto, o Padre José Simplício e Thomaz Ferreira dos Santos.
Em 1875, chega a caravelas o Telégrafo Nacional, nessa época já contava o lugar com 4.031 habitantes e a construção da estrada de ferro, partindo de lá, era sem dúvida nenhuma, o grande acontecimento progressista para a região. Foi construída uma importante base Aérea pelos Americanos, na época da Segunda Guerra Mundial. Isto por ser a localização da cidade considerada ponto estratégico.
Referência:
ELEUTÉRIO, Arysbure Batista. ESTRADA DE FERRO BAHIA E MINAS. A Ferrovia do Adeus. 1996.
A História Regional é muito importante para os que vivem no local colocado sob estudo, para o entendimento da situação presente e como forma de valorização da memória de um povo.
ResponderExcluirMuito interessante, Claudia, como você ja sabe meu tema de tcc, a questão regional é de fato importante, pois enfatizamos a necessidade de pesquisarmos espaços e contextos que ficam esquecidos, assim ampliando os objetos de estudos da história do pais, valorizamos as peculiaridades que são muitas e um tanto curiosas.
ResponderExcluirCláudia que legal,tanta coisa de uma cidade tão perto e pouco explorada, quanta história tem esse lugar. Quem sabe depois de suas pesquisas os olhares se voltem para essa cidade.Leagal seu texto !!
ResponderExcluirSabia que a história de Caravelas deveria ser realmente muito rica, mas nem nós que moramos tão perto sabemos o quanto. Cada vez que você nos apresenta algum trabalho dessa região nos deixa estigados. Com toda a certeza a sua pesquisa é uma das que mais me aguça.
ResponderExcluirEste passado glorioso está apenas na memória,o descaso que existe hoje em Caravelas, principalmente em relação a cultura por parte dos governantes é chocante, são poucos que utilizam a palavra preservar, para alguns é mais fácil a colocação: faz parte do passado, não tem mais valor; tudo é voltado para o lucro que pode advir,sei que não é só em Caravelas mais em quase toda a parte onde o interesse financeiro prevalece.
ResponderExcluirMais importante do que investigar a História Regional é compreendê-la dentro do contexto da História Nacional, e a história de Caravelas apresenta muitas peças fundamentais para construir a historiografia brasileira.
ResponderExcluirAna é muito bom conhecer um pouco da história da nossa região, e é importante ve-la dentro do contexto da história nacinal.
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